Nesta quarta-feira, o Vasco enfrenta o Palmeiras, em São Januário. O time que tem a torcida
considerada nossa irmã vem em situação muito parecida, com a diferença no que
diz respeito à posição na tabela classificação. O Verdão luta seriamente contra
a zona de rebaixamento, enquanto lutamos para não sair do G-4 e aumentar o
recorde batido na rodada passada.
Para o jogo,
teremos, enfim, a volta de Dedé, que voltou da Seleção após a goleada por 8 a 0
sobre a China. O Mito já treinou na tarde desta terça-feira. Jonas, expulso no
último jogo, está suspenso. Auremir, lesionado, deve voltar só dentro de um mês. Carlos
Alberto também está fora. Rodolfo e Thiago Feltri, que estavam se recuperando
de lesão, chegaram a ser cotados para voltar ao campo contra o Palmeiras, porém
não deve acontecer.
Em meio a tensões
e confusões, enfrentaremos um adversário que parece fácil, mas que, como todos
os times que fogem do rebaixamento, vêm com perigo para tentar a reabilitação.
Mas vontade de reabilitação nós também temos! Precisamos – e muito – nos
reabilitar. As 'confusões e tensões' faladas envolvem tudo o que vem
acontecendo no clube: O pedido de demissão de Cristóvão Borges, o polêmico futevôlei
de Felipe (no mesmo dia da goleada sofrida pelo Bahia), que causou revolta
entre os dirigentes vascaínos, a crise no Vasco, enfim, tudo.
Em busca de um
novo técnico, depois do pedido de demissão de Cristóvão, o Vasco entra em campo
nesta quarta sendo comandado pelo seu interino, Gaúcho. Para o Vasco, só
interessa a vitória. Para o Palmeiras, também.
Histórico do confronto
Pelo Brasileirão,
Vasco e Palmeiras já se enfrentaram 48 vezes, com ampla vitória paulista. São
23 vitórias palmeirenses, contra 10 vascaínas. Foram 15 empates. O Palmeiras
marcou 72 gols, contra 42 nossos. Nos jogos no Rio de Janeiro, a vantagem
continua sendo palmeirense: 8 vitórias contra 7, com 6 empates. O último jogo
entre os times foi em junho, no empate em 1 a 1, na Arena Barueri, pelo
primeiro turno.
Provável escalação
O Vasco vai a
campo provavelmente com: Fernando Prass, Max, Dedé, Douglas e William Matheus;
Nilton, Wendel, Juninho e Jhon Cley; Tenório e Alecsandro.
Gosto muito desta
relação amigável entre a torcida palmeirense e a vascaína. Acho que serve como
exemplo para que outros clubes sejam mais tolerantes também. E espero que,
independente da fase ou colocação, o Vasco x Palmeiras sempre nos surpreenda,
dentro de campo. Sem confusões. E que a irmandade continue, seja nas glórias,
seja no desespero, seja nas dificuldades, como agora.
- Rodrigo Werner.
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